Professor é tudo!

Esta historinha (de verdade!) é uma homenagem a todos os professores que amam sua linda profissão.

Era uma vez uma senhorinha de 82 anos de idade.
Ela não sabia nem ler nem escrever.
Quando era pequena, não podia ir à escola porque trabalhava na roça, ajudando sua família. Ela morava em Monte Azul Paulista, cidade onde nasceu.
O nome da senhorinha é Therezinha Brandolim.

Ela casou, virou mãe e o tempo passou, passou.
Um dia ficou viúva e então resolveu aprender a ler. Não conseguia de jeito nenhum. Ficou anos tentando várias vezes, mas as aulas eram muito complicadas para a dona Therezinha, a Tetê (este é o apelido dela).

Aí ela foi para São Paulo, para a casa da filha, a Maria Zulmira, que teve uma ideia genial: ir atrás de uma professora especializada em alfabetização para adultos.
Aí, sim, deu tudo certo! Tetê aprendeu a ler aos 82 anos de idade!
A professora chamada Jany Dilourdes Nascimento conseguiu, usando um método diferente e fácil para ensiná-la.
(Este método foi inventado por Paulo Freire, em 1963.)

Mas a história ainda não terminou!
Tem mais!
Quando a Tetê aprendeu a ler, quis mandar cartões para vários parentes seus. Então a professora Jany deu a ela alguns retalhos de chita, um tecido cheio de flores, para enfeitar os cartões.
Sabe o que aconteceu?
A senhorinha se encantou com a chita, enfeitou os cartões com muitas flores e depois começou a fazer quadros assim. Uma porção.
Com 82 anos ela virou artista e já produziu mais de 300 obras.
Therezinha ganhou prêmios e expôs seus quadros em museus do Brasil e do mundo!

Parabéns para ela e para a professora Jany!

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Instagram: @tetebrandolim

"O professor medíocre conta.
O bom professor explica.
O professor superior demonstra.
O grande professor inspira."

William Arthur Ward

Massinha na parede?

Imagina só a bronca!

Massinha colada nas paredes da casa. Ah, nããão!

Mas existe um restaurante na cidade de Milão que deixa, sim!

Todo mundo que vai lá pode fazer qualquer desenho ou palavra de massinha e grudar nas paredes.

Quando você vê de longe, parecem apenas desenhos coloridos nos tijolos.

Então, chegando mais perto, que surpresa! Centenas de nomes e figuras feitos pelos clientes do lugar, que se chama Stra Ripa.

Quando estive lá, também ganhei um pouco de massinha para criar o que eu quisesse.
E aqui está o meu beijo pra você, leitor ou leitora do Divertudo!
Grudadinho numa parede de tijolos da Itália, em Milão.

Mais fotos:

As crianças não são bobas

Pode ser que você esteja aí quebrando a cabeça para descobrir um programão para levar seu filho, sobrinho..., mas...
Veja só. Pode ser que seu pequeno goste muito e aproveite mais algo que não seja feito especialmente para uma criança. Algo que você, adulto, também goste, ache bacana e interessante.

Um exemplo?
No último domingo eu visitei a linda exposição sobre a cantora Inezita Barroso, no Itaú Cultural. É grátis.

E, imagine só, lá tinha muita criança aproveitando e explorando detalhes da história desta artista que viveu sua vida divulgando a música caipira! Como mulher e de família rica, ela precisou batalhar para ser ouvida e fazer valer sua vontade.

Quando era pequena, com uns 7 anos, Inezita Barroso ficava escondida atrás do sofá. Sabe por quê? Ela ouvia e aprendia, escondidinha, as aulas de violão que um professor dava para sua tia.
Quando a família percebeu, a menina já estava tocando. E então resolveram colocá-la numa escola de música.

Mas ela queria tocar viola, instrumento que ouvia os trabalhadores tocando na fazenda da família. Isso era totalmente estranho na sua época.
Inezita teimou e mostrou que podia seguir o seu caminho. E virou uma estrela da nossa música, do nosso Folclore e das coisas do Brasil.

Ela não era nada boba.
Suas crianças também não são.

Ocupação Inezita Barroso
Vai até 5 de novembro de 2017.
Grátis.
Em São Paulo.

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