Poesia no pé
Evelyn Heine
Um menino lá de Minas,
Nasceu com poesia no pé.
Conquistou o mundo inteiro.
Virou mito esse Pelé.

Rei sem berço e sem coroa,
Fez do campo o seu reinado.
A torcida ainda ecoa
Para sempre um “obrigado”.

Ele e bola se entendiam
Como dois apaixonados.
Num bailado de carinhos,
Que viravam gols marcados.

Futebol pode ser arte?
Eu não sei... acho que não.
Se bem que ele faz parte
Da cultura da Nação.

Futebol tem poesia?
Não sei bem, acho que não.
Mas do que jeito que fazia
Encantava a multidão.

Pára, chuta, vira e solta...
Só quem viu, acreditou.
Como é que poderia
Uma dança virar gol.



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